Azurit
Engenharia
  • Atendimento à Resolução Conjunta ANA/ANEEL nº 03 de 10 de Agosto de 2010

A Azurit Engenharia e Meio Ambiente e a Hidrogest Engenharia e Consultoria se uniram em uma parceria de sucesso para atendimento pleno à Resolução Conjunta ANEEL/ANA nº 03, de 10 de agosto de 2010.

Mais que definir suas estratégias, as empresas precisam pensar em formas eficientes de executá-las e implantá-las com sucesso. Sem alterar a qualidade dos produtos já oferecidos, a parceria entre a Azurit e a Hidrogest proporcionará aos empreendedores de aproveitamentos hidrelétricos o cumprimento das exigências definidas pela Resolução.

Com equipe formada por engenheiros e hidrometristas com vasta experiência adquirida com mais de 20 anos de prática, essa parceria garantirá a confiança nos resultados, agilidade e custos adequados ao mercado.

Em seu portifólio, a equipe conta com trabalhos realizados nas bacias hidrográficas dos rios Doce, Paraíba do Sul, São Francisco, Grande, Paranaíba, Jequitinhonha, Araguaia, Cuiabá, dentre outras.

Atividades pertinentes:

• Visita de reconhecimento ao local para definição da localização dos postos hidrométricos.

• Elaboração do Projeto de Instalação das Estações Hidrométricas para aprovação da ANA.

• Instalação das estações hidrométricas.

• Auxílio ao empreendedor para a aquisição dos equipamentos de telemetria.

• Medições de descarga líquida e sólida.

• Avaliação do assoreamento do empreendimento hidrelétrico e estimativa de sua vida útil.

• Elaboração do relatório anual de consistência dos dados para a ANA.

• Elaboração da curva Cota X Área X Volume.

  • Estudos de simulação hidrogeológica computacional para suporte ao rebaixamento de
    lençol freático e plano de lavra

O planejamento do sistema de desaguamento de uma mina é realizado em conformidade com seu plano de lavra, empregando-se modelos matemáticos de simulação numérica do fluxo hidrodinâmico. Assim, essa simulação hidrogeológica permite escolher alternativas que contemplem a evolução futura dos níveis inferiores das cavas e das rampas da mina, subsidiando, também, a análise de impactos ambientais.

  • Plano de gestão dos recursos hídricos

Conforme o porte do empreendimento e, sobretudo, de sua demanda hídrica e localização, pode ser necessária a elaboração de um Plano de Gestão de Recursos Hídricos, auxiliando o empreendedor com relação à esta temática.

Nestes planos de gestão é definido um conjunto de ações destinadas a regular o uso, o controle e a proteção dos recursos hídricos, podendo abranger a avaliação sobre o assoreamento; controle de erosão; contenção de encostas; uso e ocupação do solo para preservação de mananciais; a recomposição de vegetação ciliar, etc.

Pontualmente, objetivando assegurar o uso racional da água, estes Planos desenvolvem programas nas unidades operacionais do empreendimento. Seu objetivo é reduzir o consumo de água, minimizar a produção de efluentes, aumentar o percentual de água reutilizada e melhorar a qualidade da água disponível.

  • Planos de recursos hídricos para bacias hidrográficas

Definido como instrumento da Política Nacional de Recursos Hídricos instituída pela Lei 9.433/97 (Lei das Águas), o Plano de Recursos Hídricos é elaborado objetivando-se caracterizar os aspectos sócio-econômicos e ambientais da bacia hidrográfica em análise e seus usos da água, com avaliação de disponibilidade e demanda. A partir do diagnóstico realizado, são avaliadas as alternativas quanto ao uso da água e métodos de racionalização, preservação e conservação. São também estabelecidas metas adequadas dentro dos cenários de curto, médio e longo prazo e critérios para outorgas e cobranças de uso dos recursos hídricos.

  • Avaliações hidrológicas

As avaliações hidrológicas podem contemplar:

- caracterização de corpos hídricos superficiais;
- caracterização pluviométrica e fluviométrica;
- análise e consistência de séries de vazões;
- estudos de vazões extremas;
- estudos de balanço hídrico;
- monitoramento hidrométrico, com instalação e manutenção de estações fluviométricas, pluviométricas, limnimétricas e de qualidade da água;
- relatórios técnicos para subsidiar a outorga de uso de recursos hídricos;
- avaliação de disponibilidade hídrica e usos da água;
- estudo de uso múltiplo da água; e,
- estudo de vida útil de reservatórios.

  • Projetos de gerenciamento integrado de resíduos sólidos municipais, industriais
    e da construção civil

Os projetos de gerenciamento integrado dos resíduos sólidos apontam e descrevem as ações relativas ao manejo de resíduos sólidos, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final.

  • Projetos para abastecimento de água

Elaboração de projetos básicos de captação, adução, tratamento e distribuição de água para municípios, condomínios, canteiros de obras, indústrias e demais atividades.

  • Projetos de sistema de esgoto sanitário e industrial

Elaboração de projetos básicos de sistemas de esgoto, envolvendo as etapas de coleta e tratamento de efluentes domésticos e industriais.

  • Estudo de autodepuração de corpo hídrico receptor de efluentes

Solicitados por órgãos ambientais para obtenção de outorga de lançamento de efluentes, os estudos de autodepuração apresentam modelos matemáticos que simulam as condições de qualidade da água para quantificar a capacidade de autodepuração do corpo d'água quando submetidos a uma determinada carga poluidora.

  • Orçamentos para estudos ambientais de projetos de geração de energia

Necessário como subsídio à composição do preço final a ser apresentado em leilão de empreendimentos hidrelétricos.

  • Planos de Saneamento Básico

A elaboração dos Planos de Saneamento Básico tem como objetivo planejar as ações do Poder Público na direção da universalização do atendimento aos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e manejo de resíduos sólidos.

Este Plano contempla um diagnóstico situacional das condições de vida da população local, bem como do atendimento aos serviços de saneamento, a partir do qual são estabelecidos objetivos e metas de curto, médio e longo prazo. Por fim, são propostos programas, projetos e ações necessárias para atingir os objetivos e as metas, bem como ações para emergências e contingências.

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